Muita gente acredita que o veganismo é algo recente — uma moda moderna surgida em 1944, quando Donald Watson cunhou o termo “veganismo”, a partir do vegetarianismo, e se tornou um ativista referência. Mas essa é apenas a superfície de uma verdade muito mais profunda… e ancestral.
Te convido agora a uma jornada que revelará algo que quase ninguém te contou:
o veganismo é parte essencial da religião mais antiga da humanidade — o Sanātana Dharma (सनातन धर्म), hoje conhecido em sua forma moderna como hinduísmo.
Com mais de 1,2 bilhão de praticantes em todo o mundo, o Sanātana Dharma reúne milhares de textos sagrados, dentre os quais mais de 800 fazem referência direta à prática da Ahimsa — a não-violência — como eixo central de vida, cultura e espiritualidade.
Por isso, o veganismo não nasceu como um conceito moderno ou uma ideologia recente, mas sim como um princípio fundamental nos primórdios da raça humana, preservado pelas tradições mais antigas da Terra.
Mais de 10.000 anos antes de Jesus, já existia uma tradição espiritual baseada no Arinsa — o princípio da não violência absoluta, que moldou civilizações inteiras. Na Índia antiga, esse princípio floresceu com o jainismo, onde por séculos milhares de pessoas viveram de forma estritamente vegana.
Até hoje, encontramos representantes desse modo de vida: os monges Digambaras (os “nus”) e os Svetambaras (os de branco). Eles influenciaram a humanidade por milênios — até que a invasão ariana impôs o hábito da violência alimentar, como o consumo de carne.

Mas não para por aí.
Textos milenares, como o Mahabharata — com mais de 100.000 versos épicos — já apresentavam conceitos que hoje a física quântica tenta compreender. Você acha que isso é moderno? Pois eu vou te mostrar que não é.
Se consigo te provar que a física quântica já está nesses textos, imagine o veganismo…
Nos vídeos, falarei sobre os evangelhos perdidos dos veganos — porque, talvez, quem está perdido hoje são os religiosos modernos, desconectados das verdadeiras raízes espirituais da compaixão.
Eu trabalho com mais de 800 textos sagrados, comparando com os apenas 73 livros da Bíblia tradicional — e muitos deles com apenas uma ou duas páginas. A espiritualidade humana vai muito além do que te contaram.

Vamos também explorar o conhecimento da ciência e da mente.
O cientista sueco Nick Bostrom, respeitado internacionalmente, desenvolveu a famosa Teoria da Simulação, que defende — com base sólida — que vivemos dentro de um universo simulado, como no filme Matrix.
Para ele, civilizações altamente avançadas podem simular realidades com seres conscientes… sem que esses seres saibam que estão dentro de uma simulação.
E no Brasil? Temos pensadores grandiosos também. Um deles é Miguel Nicolelis, neurocientista brasileiro conhecido mundialmente, que afirma:
“O cérebro não é um receptor da realidade — ele a cria.”
Ou seja: o que chamamos de “realidade” é apenas uma construção interna da mente. Fora disso… existe apenas energia.
E o que isso tem a ver com espiritualidade e veganismo?
Muito mais do que você imagina.
Veja, por exemplo, um texto cristão do século I, encontrado intacto em escavações arqueológicas, escrito em copta (idioma egípcio antigo, já extinto). Nele, lemos:
“O Arconte, poderoso, criou o mundo como reflexo da luz verdadeira — mas sem vida.”

Isso não te lembra Matrix?
Esse é um conceito puramente quântico: uma realidade sem vida, construída como reflexo, onde só a consciência dá sentido ao que existe. Isso se conecta à experiência das duas fendas, à perspectiva do observador, e à ideia de que a mente molda o universo.
Já falei em outros vídeos que Alice no País das Maravilhas é mais que uma história infantil — é um tratado de alquimia espiritual. Da mesma forma, esses textos sagrados milenares contêm camadas ocultas de sabedoria que falam sobre tudo isso: mente, tempo, simulação, ilusão, consciência… e compaixão.
As origens do veganismo estão na religião mais antiga da humanidade, que possui mais de 800 textos sagrados — um acervo imensurável. Neles, o veganismo, ou Ahimsa (a não-violência), é o eixo central. Por isso, o veganismo que conhecemos hoje não deve ser visto apenas como um movimento moderno, nem como algo criado por uma pessoa que cunhou um termo recente.
O veganismo nasce com os princípios mais antigos da raça humana. Ele não deve ser entendido apenas pelas discussões contemporâneas, mas sim a partir das centenas de escrituras milenares que moldaram o mundo moderno — como te mostrei.

Esses textos são vastos e profundos. Falam sobre veganismo, física quântica, poder da mente e expansão da consciência. Provo, com base neles, que tratam sim de física quântica — ainda que com outra linguagem e termos.
O que hoje chamamos de “veganismo” é apenas uma nomenclatura moderna para algo muito mais antigo. Assim como a física quântica só recebeu esse nome recentemente, os povos do princípio da humanidade já falavam sobre suas bases, só que em códigos e símbolos próprios.
A origem real de tudo isso remonta a muito antes da primeira era de Kali Yuga — mas isso é assunto para outro vídeo. O que importa agora é entender que o “buraco” é muito mais embaixo: estamos falando de pelo menos 3 bilhões de anos atrás, não de meros séculos como sugerem muitos estudiosos ocidentais.
Infelizmente, boa parte do Ocidente se perde em conceitos rasos, acreditando que o veganismo é algo moderno, fruto de militância ou rebeldia. Mas não é. O veganismo é ancestral. É espiritual. É um princípio — não uma moda.
Mestre em ocultismo Aquila.


